Ano Nacional do Laicato: revitalizar a missão do leigo e a pastoral popular

 

Por Dom José Reginaldo Andrietta*

Texto publicado na Revista Pastoral de maio/junho de 2018.

 

Introdução

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) decidiu, em sua LIV Assembleia Geral Ordinária, de 2016, realizar o Ano Nacional do Laicato, em comemoração aos 30 anos do Sínodo Ordinário sobre os Leigos, de 1987, e da exortação apostólica Christifideles Laici (Os fiéis leigos), de São João Paulo II, sobre “Vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo”, de 1988.

 

Este Ano do Laicato, celebrado desde a solenidade de Cristo Rei de 2017, encerrar-se-á na mesma solenidade, em 2018. A Igreja no Brasil comemora o dia nacional dos cristãos leigos e leigas nessa solenidade, em memória do compromisso que os membros da Ação Católica – organização laical de grande envergadura no século passado – assumia a cada ano, nesse dia, de agir em prol de uma sociedade justa e fraterna, sinal do Reinado de Cristo.

 

Dom Severino Clasen, ofm, bispo de Caçador-SC, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, em sua carta ao episcopado brasileiro de 24/2/2017, solicitou que as arquidioceses, dioceses e prelazias “considerem o Ano do Laicato como prioridade para o ano de 2018”. A Comissão Especial para o Ano Nacional do Laicato, que ele também preside, em consonância com a presidência da CNBB, tem apresentado propostas e criado recursos litúrgicos, catequéticos e pastorais em função deste Ano, suscitando, acompanhando e apoiando iniciativas locais, regionais e nacionais.

 

  1. Programa do Ano do Laicato

 

O tema do Ano Nacional do Laicato, “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na Igreja ‘em saída’, a serviço do Reino”, deriva do Documento 105 da CNBB, intitulado Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade. O subtítulo desse documento, “Sal da terra e luz do mundo (Mt 5,13-14)”, tornou-se lema deste Ano.

 

O objetivo geral do Ano Nacional do Laicato demonstra seu belo propósito: “Como Igreja, povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade”. Para implementá-lo, a Comissão Nacional para este Ano propõe as seguintes metas e orientações práticas:

 

  1. a) Conclamar toda a Igreja do Brasil: regionais da CNBB, arquidioceses, dioceses e prelazias, paróquias, comunidades, pastorais, movimentos e as distintas expressões laicas, bem como os organismos de comunhão do povo de Deus, na realização do Ano do Laicato.
  2. b) Desenvolver atividades que culminem na realização de um Encontro Nacional do Laicato, no encerramento do Ano, por ocasião da solenidade de Cristo Rei de 2018.
  3. c) Despertar e motivar iniciativas e participação dos ministros ordenados, da vida consagrada e do laicato na realização desse Ano.
  4. d) Dialogar com os diferentes sujeitos da sociedade, promovendo a cultura do encontro e o cuidado com a vida e o bem comum, na esperança de que outro mundo é possível.
  5. e) Envolver os meios de comunicação social nas atividades do Ano do Laicato.

 

Entre os muitos eventos já realizados ou previstos para este Ano, merecem destaque: abertura feita pela Presidência da CNBB nos meios de comunicação social, bem como pelas dioceses e paróquias; visitação da imagem ou do estandarte da Sagrada Família pelas paróquias e comunidades; menção especial no 14º Intereclesial das CEBs, em Londrina-PR, e referências também especiais, durante a Campanha da Fraternidade de 2018, sobre o papel dos cristãos leigos e leigas na superação da violência; painel sobre o Ano Nacional do Laicato durante a LVI Assembleia Geral Ordinária da CNBB, em 2018; Semana Missionária “Igreja em saída” nas Igrejas particulares durante, preferencialmente, o mês de julho de 2018, para facilitar a participação da juventude, em férias escolares naquele mês, assegurando-se a realização de um círculo bíblico em cada rua e outros ambientes; seminários temáticos nos Regionais da CNBB; tratamento do tema no congresso sobre ministérios promovido pelo Celam em parceria com universidades católicas no Brasil; encontros de reflexão durante o mês de novembro; atividades no Dia Mundial dos Pobres (18/11/2018); encerramento com a Assembleia Nacional dos Organismos do Povo de Deus e Romaria Nacional do Laicato, por ocasião da solenidade de Cristo Rei de 2018 em Aparecida-SP.

 

Temas a serem abordados em seminários, encontros e publicações: “O laicato e o papa Francisco”; “Diálogo do papa Francisco com os movimentos populares”; “Celebração do terceiro ano da encíclica Laudato Si’, em parceria com a Rede Eclesial Pan-Amazônica”; “O laicato nos diversos areópagos: família, mundo do trabalho, política, cultura e educação, juventude, comunicação em geral”; “50 anos de Medellín e 10 anos de Aparecida”; “Os ministérios laicais”; “Teologia do laicato”.

 

Muitos recursos estão disponíveis: logotipo, hino e oração do Ano Nacional do Laicato; roteiros de reflexão e celebração; estandarte da Sagrada Família; banners, cartazes, camisetas, panfletos, folhetos litúrgicos e publicações. A Sagrada Família foi escolhida como ícone do Ano do Laicato por simbolizar a diversidade da realidade laical, por ser sinal da família como base da vida social e eclesial e por seu valor na piedade popular. Propõe-se que esse ícone, nas formas de imagem e estandarte, peregrine por todas as comunidades, lares e locais de trabalho. Há um roteiro celebrativo para acolher e enviar o ícone.

 

  1. Legado eclesial e social

 

O legado do Ano Nacional do Laicato será, certamente, muito amplo e denso, nos níveis comunitário, paroquial, diocesano, regional e nacional. Embora os frutos já estejam sendo colhidos no processo, em cada instância, o que se pretende colher nacionalmente, no final deste Ano? Deverão ser, necessariamente, ações com incidência na vida eclesial e na sociedade.

 

No âmbito eclesial, pretende-se criar programas de formação, focados nos ministérios leigos de animação e coordenação de comunidades, pastorais e movimentos; fortalecer a rede de comunidades, conforme propõe o Documento 100 da CNBB, Comunidade de comunidades: uma nova paróquia; criar e fortalecer os Conselhos Diocesanos e Regionais de Leigos, como preconiza o Documento 105 da CNBB (n. 275, letra f).

 

No âmbito da sociedade, pretende-se promover mecanismos de participação popular para o fortalecimento do controle social e da gestão participativa: Conselhos de Direitos, Grupos de Acompanhamento ao Legislativo, iniciativas populares, audiências públicas, referendos e plebiscitos; e mobilizar a sociedade brasileira para a auditoria cidadã da dívida pública.

 

  1. Cristãos leigos e leigas como “sujeitos”

 

O Ano Nacional do Laicato deverá, sobretudo, propiciar o estudo do Documento 105 da CNBB. Este se refere, em sua introdução, ao apelo que emerge da realidade eclesial, pastoral e social dos tempos atuais para uma abertura ao tema do laicato, acompanhada da avaliação e aprofundamento desse tema. O referido documento destaca como urgência: “abrir espaços de participação, estimular a missão, refletir sobre avanços e retrocessos, para fazer crescer a participação e o protagonismo dos leigos na corresponsabilidade e na comunhão de todo o povo de Deus” (CNBB, n. 3, p. 16).

 

“Chamados pelo batismo e pela crisma ao seguimento de Jesus Cristo, os leigos e leigas assumem a responsabilidade de serem sujeitos na Igreja e na sociedade: sal e luz!” Tal afirmação de dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo auxiliar de Brasília, secretário-geral da CNBB, na apresentação desse documento, aponta como eixo central do Ano Nacional do Laicato a necessidade de os cristãos leigos e leigas serem assumidos pela Igreja como sujeitos.

 

O leigo, diferentemente do sentido de “não instruído” que lhe foi atribuído pelo senso comum, é membro de um povo, como sugere sua raiz grega Laos, denotando, no contexto da Igreja, povo de Deus, sua condição de sujeito. “Nem que demore, leigo na Igreja, povo de Deus, hei de ser”: assim diz o refrão da canção “Pela graça de Deus”, do Pe. Zezinho, scj, ressaltando a expectativa contida no coração dos cristãos leigos e leigas de serem reconhecidos no povo de Deus como sujeitos.

 

“Por séculos, a Igreja privilegiou o valor dos clérigos, em detrimento dos cristãos leigos e leigas. Com o Concílio Vaticano II, estes recuperaram sua identidade e seu lugar como membros de um mesmo corpo, que é a Igreja, constituída por batizados, como uma única categoria de cristãos” (BRIGHENTI, 2006, p. 35). Os cristãos leigos e leigas participam do sacerdócio comum dos fiéis, fundado no único sacerdócio de Cristo, conferido pelo batismo (cf. VATICANO II, Lumen Gentium, n. 10, p. 115).

 

O próprio papa Francisco afirma, em sua carta ao cardeal Marc Ouellet, presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina, que “olhar para o povo de Deus é recordar que todos fazemos o nosso ingresso na Igreja”, pelo batismo, “como leigos”. Ele explica que “ninguém foi batizado sacerdote nem bispo” e que “faz-nos bem recordar que a Igreja não é uma elite de sacerdotes, consagrados, bispos, mas que todos formamos o povo santo fiel de Deus” (PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA A AMÉRICA LATINA, 2016, p. 12).

 

  1. Índole secular da missão laical

 

Os cristãos leigos e leigas devem participar da ação pastoral da Igreja, conforme preconiza o Documento de Aparecida (n. 211), na vida de comunidade, na catequese e na celebração da fé. No entanto, sua índole secular é própria (cf. VATICANO II, Lumen Gentium, n. 31), afinal se fazem presentes nas variadas realidades cotidianas da sociedade. Estão no mundo. Desde essa realidade, e nela, exercem a sua missão.

 

Aos leigos compete, por vocação própria, buscar o Reino de Deus, ocupando-se das coisas temporais e ordenando-as segundo Deus. Vivem, pois, no mundo, isto é, no meio de todas e cada uma das atividades e profissões, e nas circunstâncias ordinárias da vida familiar e social, com as quais como que tecem a sua existência. Aí os chama Deus a contribuírem do interior, à maneira de fermento, para a santificação do mundo, através de sua própria função […] (VATICANO II, Lumen Gentium, n. 31).

 

A sua primeira e imediata tarefa não é a instituição e o desenvolvimento da comunidade eclesial – esse é o papel específico dos pastores – mas sim […] o vasto e complicado mundo da política, da realidade social e da economia, como também o da cultura, das ciências e das artes, da vida internacional, dos mass media (meios de comunicação de massa) e, ainda, outras realidades abertas à evangelização […] (PAULO VI, Evangelii Nuntiandi, n. 70).

 

A índole secular da missão laical se mostra ainda mais importante e urgente quando se reconhece o deficit de sua presença e atuação na vida social, conforme assinalou a Assembleia Plenária da Pontifícia Comissão para a América Latina, realizada em março de 2016, em consonância com a afirmação do papa Bento XVI, na abertura da 5ª Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe: “Sem dúvida, somos interpelados pela ‘ausência notável’ de presenças e vozes significativas e coerentes de líderes católicos nos âmbitos políticos, acadêmicos e de comunicação na América Latina” (PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA A AMÉRICA LATINA, 2016, p. 28).

 

O papa Francisco tem despertado a nossa consciência – muitas vezes adormecida diante de tanta miséria e sofrimento, causados pelo sistema injusto de vida em sociedade –, enfatizando a importância do protagonismo laical, especialmente no campo sociopolítico, sufocado acentuadamente, na América Latina, pelo clericalismo. Assim diz ele, em sua carta ao cardeal Ouellet:

 

Não podemos refletir sobre o tema do laicato ignorando uma das maiores deformações que a América Latina deve enfrentar – e para a qual peço que dirijais uma atenção particular – o clericalismo. Esta atitude não só anula a personalidade dos cristãos, mas tende também a diminuir e a subestimar a graça batismal que o Espírito Santo pôs no coração do nosso povo. O clericalismo leva a uma funcionalização do laicato; tratando-o como “mandatário”, limita as diversas iniciativas e esforços e, ousaria dizer, as audácias necessárias para poder anunciar a Boa-Nova do Evangelho em todos os âmbitos da atividade social e, sobretudo, política (PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA A AMÉRICA LATINA, 2016, p. 13).

 

  1. Revitalizar a pastoral popular

 

Por meio dessa carta, o papa Francisco diz acreditar que a pastoral popular seja “um dos poucos espaços em que o povo de Deus foi libertado de uma influência do clericalismo” (PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA A AMÉRICA LATINA, 2016, p. 13). Ele reconhece aspectos ambíguos nela presentes, quando se trata da religiosidade popular. O papa enfatiza, no entanto, seu potencial evangelizador. A esse respeito, sua referência à exortação apostólica Evangelii Nuntiandi, n. 48, é significativa:

 

A religiosidade popular, pode-se dizer, tem sem dúvida as suas limitações. Ela acha-se frequentemente aberta à penetração de muitas deformações da religião, como sejam, por exemplo, as superstições. Depois, ela permanece com frequência apenas a um nível de manifestações cultuais, sem expressar ou determinar uma verdadeira adesão de fé. Ela pode, ainda, levar à formação de seitas e pôr em perigo a verdadeira comunidade eclesial. Se essa religiosidade popular, porém, for bem orientada, sobretudo mediante uma pedagogia da evangelização, ela é algo rico de valores. Assim ela traduz em si uma certa sede de Deus, que somente os pobres e os simples podem experimentar; ela torna as pessoas capazes para terem rasgos de generosidade e predispõe-nas para o sacrifício até o heroísmo, quando se trata de manifestar a fé […].

 

Para o papa Francisco, a pastoral popular é uma “chave hermenêutica que nos pode ajudar a compreender melhor a ação que se gera quando o povo santo fiel de Deus reza e age. Uma ação que não permanece vinculada à esfera íntima da pessoa, mas que, ao contrário, se transforma em cultura” (PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA A AMÉRICA LATINA, 2016, p. 14). A pastoral no seu molde popular adquire características de pastoral social, pois emerge de sofrimentos do povo que são, geralmente, causados por males sociais. Desse modo, o Ano Nacional do Laicato, além de estimular a valorização e o resgate da religiosidade popular como modo de expressão, especialmente laical, mostra-se oportuno para revitalizar a pastoral popular, como forma de participação laical na missão da Igreja na sociedade.

 

  1. Projeção para além do Ano do Laicato

 

A Pontifícia Comissão para a América Latina, ao tratar, em sua Assembleia Plenária de 2016, “o indispensável compromisso dos leigos católicos na vida pública dos países latino-americanos”, reconheceu a necessidade de os leigos engajados nesse campo serem acompanhados e apoiados e de investir na formação de uma nova geração de cristãos leigos e leigas que se envolvam na vida pública das nações, conforme já havia afirmado o papa Bento XVI aos participantes da Assembleia Plenária desta mesma comissão, em 2008.

 

Se “os recursos humanos e cristãos” são pouco conhecidos pelos pastores, como afirmou a Assembleia Plenária desse organismo pontifício em 2016, e se o clero deve favorecer a geração de processos, em lugar de dominar espaços, “devemos reconhecer que o leigo, por sua própria realidade, por sua própria identidade, por estar imerso no coração da vida social, pública e política, por ser partícipe de formas culturais que se geram constantemente, precisa de novas formas de organização e celebração” (PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA A AMÉRICA LATINA, 2016, p. 16).

 

Quais seriam essas novas formas? Providencialmente, o papa não as explicita, desafiando-nos a construí-las:

devemos estar do lado do nosso povo, acompanhando-o nas suas buscas e estimulando a imaginação capaz de responder à problemática atual. Discernindo com o nosso povo e nunca para o nosso povo, nem sem o nosso povo. Como diria Santo Inácio, “segundo as necessidades de lugares, tempos e pessoas”. Isto é, não uniformizando (PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA A AMÉRICA LATINA, 2016, p. 16).

 

Para responder a esse desafio, muitas Igrejas particulares têm realizado, ao longo deste Ano Nacional do Laicato, um diagnóstico amplamente participativo a respeito da realidade do laicato católico: condições de vida, participação ou não na vida comunitária e pública, ações, omissões, dificuldades, questionamentos, valores, potencialidades, expectativas e propostas. Com base em um questionário simples, cristãos leigos e leigas, ativos ou não nas comunidades, também católicos não praticantes, são contatados para tomar parte nesse levantamento.

 

Pretende-se que as respostas, compiladas e analisadas por lideranças eclesiais, sirvam de plataforma para programar ações e formações de curto, médio e longo alcances. Esse diagnóstico participativo constitui, assim, um instrumento pedagógico que promove a implicação dos próprios cristãos leigos e leigas na análise de suas questões e na visualização de ações que lhes são condizentes, prometendo ser mobilizador para além do Ano Nacional do Laicato.

 

Conclusão

 

O Ano Nacional do Laicato está estimulando os cristãos leigos e leigas a se assumirem mais como “sujeitos na Igreja e na sociedade”, credibilizados pelo Documento 105 da CNBB e por outros documentos do magistério eclesial, de modo especial do papa Francisco. O papa tem insistido sobre a índole secular da missão laical, o potencial evangelizador da pastoral popular e a importância da religiosidade popular bem orientada.

 

O dinamismo eclesial propiciado por este Ano, do ponto de vista celebrativo, formativo e sociopastoral, demonstra que a Igreja deve continuar potencializando a corresponsabilidade laical em sua missão, favorecendo a participação dos cristãos leigos e leigas em todas as suas instâncias, mantendo, no entanto, o foco na eficiência da presença e atuação laical na vida pública.

 

Em decorrência, a formação, sobretudo de novas gerações de cristãos leigos e leigas, além de ser priorizada, deve ser praxiológica e progressivamente coletiva, conjugando teoria e prática, em processos coletivos crescentes. O diagnóstico participativo sobre o laicato é exemplo significativo de instrumento pedagógico a ser utilizado para que a atuação dos cristãos leigos e leigas continue sendo vivaz após “fecharem-se as cortinas” do Ano Nacional do Laicato.

 

Bibliografia

BRIGHENTI, Agenor. A pastoral dá o que pensar: a inteligência da prática transformadora da fé. São Paulo: Paulinas; Valência, Espanha: Siquem, 2006.

CNBB. Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade. Brasília: CNBB, 2016. (Documentos da CNBB, 105).

PAPA FRANCISCO. Exortação Apostólica Evangelii Gaudium. Brasília: CNBB, 2013. (Documentos pontifícios, 17).

PONTIFÍCIA COMISSÃO PARA A AMÉRICA LATINA. O indispensável compromisso dos leigos na vida pública dos países latino-americanos. Brasília: CNBB, 2016. (Documentos da Igreja, 31).

VATICANO II. Constituição Dogmática Lumen Gentium. ______. Documentos do Concílio Ecumênico Vaticano II.São Paulo: Paulus, 2001.

 

Dom José Reginaldo Andrietta*

*Dom José Reginaldo Andrietta é bispo diocesano de Jales-SP; mestre em Teologia Pastoral pela Universidade Católica de Leuven, Bélgica; bispo referencial da CNBB para a Pastoral Operária Nacional; membro da Comissão Especial da CNBB para o Ano Nacional do Laicato. E-mail: reginaldoandrietta@hotmail.com




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