FESTA DE CORPUS CHRISTI

Em todos os anos, é celebrada a festa de Corpus Christi. O nome “Corpus Christi” vem do latim e significa “Corpo de Cristo”.

A festa é denominada oficialmente de solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. É sempre realizada na quinta-feira após o domingo da solenidade da Santíssima Trindade.

A festa pode também ser prorrogada para o segundo domingo depois de Pentecostes, particularmente nas regiões onde não se têm feriado nesse dia.

A Eucaristia é um dos sete sacramentos cristão. Foi instituído pelo próprio Jesus na última ceia com os discípulos (Mt 26,26-29;Mc 14,22-25;Lc 22,14-20;1Cor 11,23-29). Porque a Eucaristia foi celebrada pela primeira vez na quinta-feira santa, Corpus Christi  é celebrada comumente numa quinta-feira.

Honrar a presença eucarística de Jesus

A festa é um convite para os cristãos prestarem homenagem a Cristo presente nas espécies consagradas de pão e vinho. Visa propor à piedade dos cristãos o culto do sacramento da Eucaristia, para que possam celebrar a salvação de Jesus em seu mistério pascal, de maneira que aprendam a participar da missa e viver dela mais intensamente.

Os participantes são interpelados a entender mais e honrar melhor a presença de Jesus Cristo Vivo e Ressuscitado no sacramento da Eucaristia, de maneira que saibam render ao Senhor o louvor, a adoração, a profissão de fé e a ação de graças.

A festa reflete o crescimento da consciência e do valor da Eucaristia na espiritualidade cristã. Na Idade Média o movimento em favor da devoção eucarística se manifestou cada vez mais vigoroso e vivo entre os fiéis, bispos, sacerdotes e teólogos.

Origem da festa

A Bélgica foi o palco em que apareceu e expandiu, com grande fervor, a piedade e o culto da Eucaristia.

A festa originou-se em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando Santa Juliana (1192-1258), da Ordem de Santo Agostinho, teve as visões de Jesus Cristo demonstrando-lhe o desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Ao conhecer as visões eucarísticas de Santa Juliana, o bispo da cidade acabou por acatá-las. No ano de 1246, em sua diocese, ele celebrou pela primeira fez uma festa de Corpus Christi.

A festa contribuiu para resgatar a importância da Eucaristia na vida da Igreja. Foi uma resposta à heresia de Berengário, no século XI, que negava a presença real de Cristo no sacramento da Eucaristia.

A solenidade foi instituída oficialmente para toda a Igreja pelo Papa Urbano IV, em 11 de outubro de 1264. Quando Cardeal, o Pontífice conhecera pessoalmente a irmã Juliana.

Depois do Concílio de Viena (1311-1313), o Papa Clemente V confirmou e revigorou a solenidade em 1314. Nesta ocasião, ela tomou o nome de festa de Corpus Christi.

Missa e procissão

Normalmente, a festa é precedida por momentos de adoração do Santíssimo Sacramento.  Ao adorar, os cristãos prestam culto a Jesus presente na hóstia consagrada. Honram o Cristo eucarístico com amor, respeito e fé.

Com grande participação dos fiéis, o sacerdote celebra a missa do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo na igreja. A celebração reveste-se de caráter solene, tendo glória, sequência, creio e preces da comunidade. Tem prefácio e orações próprias. A cor dos paramentos é branca.

A celebração evidencia a eucaristia como fonte e ápice de toda a vida cristã. Mostra que o sacramento perpetua pelos séculos o sacrifício de Jesus na Cruz. Encerra todo o bem espiritual da Igreja: o mesmo Cristo, nossa Páscoa.

A festa salienta a eucaristia como memorial da morte e ressurreição do Senhor, o sinal de piedade e de unidade, o vínculo de caridade, o banquete pascal, em que Cristo nos é comunicado como alimento de nossa caminhada na terra. É o penhor da futura glória.

Depois da celebração da missa na Igreja, todo o povo participa da procissão eucarística. Jesus na hóstia consagrada é exposto no ostensório e colocado para a adoração dos fiéis que caminham pelas ruas da cidade.

A procissão popular termina com a bênção do Santíssimo Sacramento a todos os fiéis. Rei de todo o universo e Luz do mundo, Jesus está vivo e presente no meio da humanidade, abençoando-a, salvando-a, protegendo-a e orientando-a.

Momento litúrgico e devocional

Ao longo do século XIV, Corpus Christi foi convertendo-se rapidamente numa das festas mais apreciadas pelo povo. Paulatinamente, a solenidade atingiu todas as dioceses do mundo. A diocese de Colônia na Alemanha celebrava a festa desde antes de 1270.

Em 1317, o Papa João XXII confirmou o costume de fazer a procissão eucarística. Essa procissão surgiu em Colônia, no ano de 1274. Depois propagou na França e na Itália. Em Roma já acontecida desde 1350.

O Concílio de Trento (1545-1563) insistiu na exposição pública da Eucaristia. Orientou também a ter a procissão eucarística.

Atualmente, a Igreja preserva a festa como momento litúrgico e devocional do povo cristão. O Código de Direito Canônico corrobora a validade das exposições públicas da Eucaristia. Recomenta que, principalmente em Corpus Christi, haja procissão pelas vias públicas (cân. 944),

Testemunho público

A procissão eucarística tem importância e significado especial nas dioceses, nas paróquias e nas cidades em que são promovidas. Entre as procissões litúrgicas é a que tem mais destaque.

A procissão de Corpus Christi é o testemunho público da presença de Jesus eucarístico. Nela a hóstia consagrada é conduzida em caminhada de fé e apresentada para ser honrada por todos os cidadãos que acompanham o cortejo.

No Missal do Papa Paulo VI, de 1970, a festa é denominada liturgicamente Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo. Assim assumiu também a memória do Sangue de Cristo, que era comemorada em 1 de julho e foi supressa nesta data.

Prefácios e leituras

As orações e a sequência são as mesmas do Missal do Papa Pio V (1570). Qualquer um dos dois prefácios sobre a Eucaristia – um para quinta-feira santa e o outro para Corpus Christi – podem ser proclamados na solenidade.

A solenidade é enriquecida com uma série de leituras bíblicas. São diferentes nos três ciclos dominicais (A, B e C).

A festa também assume um caráter devocional popular. O momento expressivo de Corpus Christi é a procissão, em que os fiéis suplicam as bênçãos de Jesus Eucarístico para suas casas, famílias e ambientes.

Enfeites tapetados

Em muitos lugares, o povo tem o costume de enfeitar as ruas com tapetes de serragem, flores e outros materiais, formando um mosaico multicolor e belo.

No Brasil, a tradição dos tapetes coloridos, como decoração da procissão de Corpus Christi, constitui uma herança de Portugal. Lá, em todas as 20 dioceses, fazem-se solenes procissões a partir da igreja catedral. As festividades começaram a ser celebrada cedo, em 1282. De Portugal passaram para a cultura religiosa e folclórica do Brasil.

Dimensões teológicas do sacramento

Corpus Christi ressalta e aprofunda as dimensões teológicas centrais do sacramento da Eucaristia. Em primeiro lugar, a Eucaristia recorda a pessoa e a obra de Jesus, que passou no meio da humanidade salvando e fazendo o bem (passado).

A Eucaristia também celebra a unidade fundamental de Cristo com sua Igreja e com todas as pessoas de boa vontade (presente). Enfim, a Eucaristia prefigura nossa união definitiva e plena com Cristo no Reino do Pai (futura).

Celebrar a festa significa fazer memória litúrgica da entrega que Jesus fez de sua própria carne e sangue para vida da Igreja. É renovar e aprofundar o compromisso de fé nele e com Ele, para centrar a vida pessoal e comunitária no mistério eucarístico.

Durante a solenidade e a procissão, os cristãos corroboram e confessam sua fé no sacramento da Eucaristia. Expressam seus sentimentos mais profundos diante de Jesus que se faz presente na celebração litúrgica e na hóstia consagrada exposta no ostensório.

Participação dos fiéis

Corpus Christi é uma festa de preceito. Para os católicos é obrigatório comparecer e participar da missa.

A festa conduz os seres humanos a Jesus, para que possa conhecer a pessoa do Salvador e seguir seus passos. “Deus não é amado, porque não é conhecido. É necessário tirar Cristo do sacrário, apresentá-lo ao povo como o grande Senhor, Mestre, Salvador, vivo, realmente em nosso meio” (São Pedro Julião Eymart, 1811-1866, sacerdote francês).

 

Pe. Eugênio Antônio Bisinoto C.Ss.R.
Sacerdote e escritor – Missionário Redentorista
Araraquara, SP

Ostensório Estrelas 57 cm

Ostensório Labirinto 65 cm

Ostensório Guto Godoy 63 cm

Ostensório Guto Godoy 61 cm

Lançamento: Reaviva o Dom de Deus | Música do Ano Vocacional da Família Paulina

Com alegria, a Família Paulina do Brasil lançou neste mês de abril, uma música para marcar a celebração do Ano Vocacional: Reaviva o Dom de Deus.

REAVIVA O DOM DE DEUS
Letra e Música: Deivid Tavares, ssp

Na Família Paulina / reluz a cor de muitos dons. / Mãos que acolhem e doam / a viva graça recebida de Deus. / Água e terra tão necessárias / para a semente germinar. Vocação também é assim: / crescer, dar vida, prosperar || pela oração e o testemunho, / alicerces desta missão . ||
Reaviva o dom de Deus, / no carisma da comunicação, / anunciando a boa nova / Reaviva o dom de Deus.

Ficha técnica:
Produção Fonográfica: Pia Sociedade de São Paulo – Padres e Irmãos Paulinos
Letra e Música: Deivid Tavares, ssp
Arranjo Vocal: Gabriel Gobbi
Produção Musical: Bruno Boss
Regência Vocal: Eurivaldo Ferreira
Solo: Deivid Tavares, ssp
Coro:
Ir. Jeane Aguia, sjbp
Ir. Júlia Almeida, pddm
Ir. Daiane Abreu, fsp
Ir. Francesca Carotenuto, ap
Deivid Tavares, ssp
Iorlando Fernandes, ssp
Eurivaldo Ferreira
Gravação, edição, mixagem e masterização: Estúdio FBA Music Mauá, SP, Brasil, por Bruno Boss

No aniversário de nascimento da Família Paulina e no clima do iminente Sínodo sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, os Superiores Gerais da Família Paulina anunciaram a celebração de um Ano vocacional de Família Paulina, que se iniciará, oficialmente, no próximo 25 de janeiro, festa da Conversão de São Paulo, e se concluirá em 24 de janeiro de 2020.

Um ano para redescobrir, com alegria, o mistério da nossa vocação paulina e para propor aos jovens a santidade como “o rosto mais belo da Igreja”.

Um ano para experimentar novamente que “o dom total de si pela causa do Evangelho é algo de estupendo que pode dar sentido a toda uma vida” (Papa Francisco).

Um ano para “sair e encontrar os jovens lá, onde se encontram, reacendendo seus corações e caminhando com eles” (cf. IL 175).

Um ano intenso de oração, reflexão e de tantas iniciativas vocacionais, organizadas, possivelmente, em nível de “Família” e por isso pensadas e vividas “juntos” com os Institutos presentes nas diversas localidades.

Um ano iluminado pela visão do Fundador, Pe. Tiago Alberione, que, “vagando com a mente no futuro, lhe parecia que no novo século almas generosas sentiriam o mesmo que ele sentia …” (AD 17); um ano para fazer ressoar o apelo a “sentir-nos profundamente obrigadas a fazer alguma coisa pelo Senhor e pelos homens e mulheres do nosso tempo” (cf. AD 15) e portanto, para “reavivar o dom de Deus que recebemos”.

“Reaviva o dom de Deus” (2Tm 1,6)

É o slogan paulino que marcará este ano particular.

#FamíliaPaulina #ReavivaOdomDeDeus #AnoVocacional #Reaviva

 

Baixe a partitura-reaviva-o-dom-de-deus

 

Ano Vocacional - Reaviva o dom de Deus Ano Vocacional da Família Paulina

 

 

Primeira missa do Ano Vocacional da Família Paulina

No dia 06 de abril, sábado, às 16h, na paróquia Santo Inácio de Loyola, foi realizada a primeira missa do Ano Vocacional da Família Paulina, presidida pela Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp, Superior Provincial dos Padres e Irmãos Paulinos. A missa contou com a presença de diversos membros da Família Paulina: Padres e Irmãos Paulinos, Irmãs Paulinas, Irmãs Discípulas do Divino Mestre, Irmãs Pastorinhas e Irmãs Apostolinas. Também estavam presentes alguns membros dos Institutos Nossa Senhora da Anunciação (Anunciatinas), São Gabriel Arcanjo (Gabrielinos), Santa Família, Cooperadores Paulinos e paroquianos da paróquia Santo Inácio de Loyola.

Em sua homilia, Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp, destacou a importância do Ano Vocacional da Família Paulina para a Igreja e para a Família Paulina: “Não tenho dúvida de que este ano será um momento oportuno para mostrar à Igreja quem somos, onde estamos e a missão que temos. Também será um momento bom para reavivar em nós o espírito do bem-aventurado Pe. Tiago Alberione”. Por último, o presidente da celebração rezou com a comunidade a oração vocacional “São Paulo apóstolo pelas vocações”, fazendo um apelo vocacional convidando alguns jovens para conhecer mais de perto a Família Paulina.

No mais, coloquemos os preparativos do Ano Vocacional da Família Paulina sob os cuidados de Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida, de são Paulo Apóstolo, de Maria, Rainha dos Apóstolos, dos bem-aventurados Pe. Tiago Alberione e Timóteo Giaccardo, para que eles nos fortaleçam na missão de anunciar o evangelho na cultura da comunicação e no caminhar com os jovens, para reacender em seus corações a vocação paulina.

Fonte da notícia: Padres e Irmãos Paulinos.

32º Aniversário de morte de Madre Escolástica Rivata

No aniversário 32º aniversário da pascoa da Venerável Escolástica, a Família Paulina esteve reunida na celebração da Eucaristia, neste 3º Domingo da Quaresma.
Na palavra de Jesus o apelo continuo à conversão, concretizada na atitude de serviço e entrega gratuita ao Reino, ecoava no testemunho de Moisés, na experiência do encontro com Deus sendo instrumento de libertação, solidário com os que sofrem injustamente. Madre Escolástica bebeu desta fonte inesgotável do Ano Litúrgico e soube reverter em testemunho de vida seu amor à Eucaristia, às pessoas.

Úrsula nasceu em Guarene Itália, no dia 12 de julho de 1897. É a primeira entre quatro filhos do casal Antonio Rivata e Lúcia Alessandria. Úrsula teve duas irmãs e um irmão, que viveu apenas dez meses após a morte da mãe, a qual faleceu quando Úrsula tinha somente seis anos de idade. O pai casou-se novamente e educou suas filhas em ambiente familiar de valores humanos e cristãos.

A pequena Úrsula se destacava na escola e entre as colegas, por sua sensibilidade, inteligência e capacidade de iniciativa. Aos sete anos foi admitida à primeira comunhão e recebeu o sacramento da confirmação em 1909. Fortalecida no empenho cristão, participa do coral da paróquia e experimenta, na sua adolescência e juventude, vários tipos de trabalho, desde a lavoura à fábrica de seda. Isso a colocou em contato com diversas realidades sociais e contribuiu para o seu crescimento.

O pai, Antonio, se orgulha de suas três belas filhas, e como bom e vigilante patriarca, dirige-se um dia a Úrsula para lhe dizer que um rapaz a pediu em casamento, acrescentando: É um bom jovem e tem também algumas posses; com ele você poderá ter uma vida feliz. Quarenta anos mais tarde, narrando este episódio, Úrsula escreve: …depois da Missa, vindo para casa, diante de uma bela estátua do Sagrado Coração… eu lhe disse: Senhor, só Tu e basta. Desci a escada e fui ter com papai e dizer-lhe: não, não aceito a mão dele.

Com a expressão Senhor, só tu e basta, a jovem Úrsula diz o seu “sim” Àquele que por primeiro a escolheu e que, a partir daquele momento lhe pedirá para ser “o Único” da sua vida, “na alegria e na dor, na saúde e na doença, na pátria e no exílio…” Embora já tenha atingido a maioridade, a sua decisão provoca certo contraste na família, acolhido por ela como uma prova que a reforça ainda mais na decisão.

Úrsula continua a sua formação lendo muito. A paixão pela leitura, na busca de bons livros, leva-a ao encontro de um grande apóstolo dos tempos modernos: padre Tiago Alberione o qual, sem rodeios, enquanto procura o livro pedido por ela, e depois num breve diálogo, lhe diz: Quando você vem para a casa São Paulo? A partir disso tendo já vinte e quatro anos, sente-se impulsionada a romper com as demoras e a oposição da família.

Acompanhada pelo pai, no dia 29 de julho de 1922, Úrsula entrou na aventura que a conduziu nos insondáveis caminhos do Senhor. No vivaz contexto das primeiras fundações paulinas, no dia 21 de novembro de 1923, padre Alberione diz: Separai para mim Úrsula e Matilde, para a obra à qual as destinei. Assim começou a escolha de Úrsula para iniciar a nova fundação juntamente com outras seis jovens que a própria Úrsula ajudará escolher dentre as jovens do grupo feminino já existente.

O dia 10 de fevereiro de 1924, memória de Santa Escolástica, foi escolhido pelo padre Alberione para o início da nova fundação. No dia 25 de março do mesmo ano, festa da Anunciação, este grupo de oito jovens, faz sua manifestação oficial com o hábito religioso e a profissão dos votos. Recebem um nome novo e Úrsula torna-se Irmã Escolástica da Divina Providência.

No mesmo dia inicia aquele que será o seu trabalho principal: a Adoração Eucarística e o viver como irmã e mãe ao lado dos Sacerdotes e Discípulos da Sociedade São Paulo. Desde estes inícios, Madre Escolástica Rivata passa a ser a colaboradora em Cristo com Padre Alberione, para a realização do carisma das Pias Discípulas do Divino Mestre. Com vinte e oito anos é a responsável pela nova família que surge e, a partir deste momento, pode-se ler a história de Escolástica somente seguindo passo a passo o caminho das Pias Discípulas.

Ela foi a primeira sobre a qual o bem-aventurado Tiago Alberione havia posto o olhar para dar vida à nova fundação e é a última do primeiro núcleo das oito a concluir, podemos assim dizer, o arco fundacional. No dia 24 de março de 1987, Madre Escolástica conclui seu peregrinar terreno. Dia 13 de março de 1993, em Alba, inicia-se o processo diocesano para a beatificação e canonização de Madre Escolástica Rivata. Ela foi proclamada Venerável pelo papa Francisco no dia 9 de dezembro de 2013 e agora continua o processo para o próximo passo, a beatificação.

 

Ingresso no Postulantado das Pias Discípulas do Divino Mestre

No dia 02 de Fevereiro de 2019, na celebração das vésperas do 4º Domingo do Tempo Comum ano C, na capela do Jardim Divino Mestre, Cabreúva, SP, Brasil, as jovens Amira, Argentina, e Belimar, Venezuela, junto com as irmãs presentes e os Amigos do Divino Mestre, celebraram o rito da entrada no postulado.

A celebração foi presidida pela Ir. M. Goretti Medeiros. Após a proclamação do Evangelho, a Ir. M. Marilez Furlanetto, superiora provincial, convidou às jovens para expressar as motivações pelas quais desejam começar este caminho.Logo manifestaram, comunitariamente, o desejo de querer assumir o Postulado como uma etapa formativa, em resposta ao convite que Jesus impele: “Vem e segue-me”. A ir. Marilez acolheu com esperança e carinho o pedido das duas jovens. No final deste rito, as postulantes receberam a medalha de Maria Rainha dos Apóstolos e a Bíblia das mãos das irmãs Marilez e Gloria Bustos, delegada da Argentina.

Terminada a celebração as irmãs e os Amigos do Divino Mestre acolheram às jovens com um fraterno abraço. A festa continuou no refeitório com a partilha de alimentos e alegre convivência. As jovens Amira e Belimar brindaram a todos com lindas canções tocadas com violão e bandolim. Foi um momento muito feliz e descontraído.

Que o Divino Mestre e Maria Rainha dos Apóstolos acompanhem nossas jovens postulantes na sua caminhada.

 

Festa de Jesus Mestre e votos dos Amigos do Divino Mestre

A festa de Jesus Mestre no último Domingo de outubro de 2018 foi um marco na história das Pias Discípulas do Divino Mestre no Brasil. Além de reunir a Família Paulina que celebra o centro e fundamento da espiritualidade paulina dada pelo fundador, Pe. Tiago Alberione, os primeiros cooperadores paulinos das Pias Discípulas fizeram os seus primeiros votos.

Os Amigos do Divino Mestre é o nome dado para os Cooperadores Paulinos ligados às Pias Discípulas. São leigos e leigas que colaboram e assumem em viver, de acordo com seu estado de vida, os valores e espiritualidade da instituição que estão ligados, no caso, as Pias Discípulas. Amigos do Divino Mestre que moram em Manaus, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife assumiram com os votos de viverem a espiritualidade paulina e cooperarem na missão de viver e anunciar Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida, com o carisma específico das Pias Discípulas.

Bendizemos a Deus que continua a chamar pessoas para manter vivo o carisma paulino.