Lançamento: Reaviva o Dom de Deus | Música do Ano Vocacional da Família Paulina

Com alegria, a Família Paulina do Brasil lançou neste mês de abril, uma música para marcar a celebração do Ano Vocacional: Reaviva o Dom de Deus.

REAVIVA O DOM DE DEUS
Letra e Música: Deivid Tavares, ssp

Na Família Paulina / reluz a cor de muitos dons. / Mãos que acolhem e doam / a viva graça recebida de Deus. / Água e terra tão necessárias / para a semente germinar. Vocação também é assim: / crescer, dar vida, prosperar || pela oração e o testemunho, / alicerces desta missão . ||
Reaviva o dom de Deus, / no carisma da comunicação, / anunciando a boa nova / Reaviva o dom de Deus.

Ficha técnica:
Produção Fonográfica: Pia Sociedade de São Paulo – Padres e Irmãos Paulinos
Letra e Música: Deivid Tavares, ssp
Arranjo Vocal: Gabriel Gobbi
Produção Musical: Bruno Boss
Regência Vocal: Eurivaldo Ferreira
Solo: Deivid Tavares, ssp
Coro:
Ir. Jeane Aguia, sjbp
Ir. Júlia Almeida, pddm
Ir. Daiane Abreu, fsp
Ir. Francesca Carotenuto, ap
Deivid Tavares, ssp
Iorlando Fernandes, ssp
Eurivaldo Ferreira
Gravação, edição, mixagem e masterização: Estúdio FBA Music Mauá, SP, Brasil, por Bruno Boss

No aniversário de nascimento da Família Paulina e no clima do iminente Sínodo sobre “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, os Superiores Gerais da Família Paulina anunciaram a celebração de um Ano vocacional de Família Paulina, que se iniciará, oficialmente, no próximo 25 de janeiro, festa da Conversão de São Paulo, e se concluirá em 24 de janeiro de 2020.

Um ano para redescobrir, com alegria, o mistério da nossa vocação paulina e para propor aos jovens a santidade como “o rosto mais belo da Igreja”.

Um ano para experimentar novamente que “o dom total de si pela causa do Evangelho é algo de estupendo que pode dar sentido a toda uma vida” (Papa Francisco).

Um ano para “sair e encontrar os jovens lá, onde se encontram, reacendendo seus corações e caminhando com eles” (cf. IL 175).

Um ano intenso de oração, reflexão e de tantas iniciativas vocacionais, organizadas, possivelmente, em nível de “Família” e por isso pensadas e vividas “juntos” com os Institutos presentes nas diversas localidades.

Um ano iluminado pela visão do Fundador, Pe. Tiago Alberione, que, “vagando com a mente no futuro, lhe parecia que no novo século almas generosas sentiriam o mesmo que ele sentia …” (AD 17); um ano para fazer ressoar o apelo a “sentir-nos profundamente obrigadas a fazer alguma coisa pelo Senhor e pelos homens e mulheres do nosso tempo” (cf. AD 15) e portanto, para “reavivar o dom de Deus que recebemos”.

“Reaviva o dom de Deus” (2Tm 1,6)

É o slogan paulino que marcará este ano particular.

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Baixe a partitura-reaviva-o-dom-de-deus

 

Ano Vocacional - Reaviva o dom de Deus Ano Vocacional da Família Paulina

 

 

Primeira missa do Ano Vocacional da Família Paulina

No dia 06 de abril, sábado, às 16h, na paróquia Santo Inácio de Loyola, foi realizada a primeira missa do Ano Vocacional da Família Paulina, presidida pela Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp, Superior Provincial dos Padres e Irmãos Paulinos. A missa contou com a presença de diversos membros da Família Paulina: Padres e Irmãos Paulinos, Irmãs Paulinas, Irmãs Discípulas do Divino Mestre, Irmãs Pastorinhas e Irmãs Apostolinas. Também estavam presentes alguns membros dos Institutos Nossa Senhora da Anunciação (Anunciatinas), São Gabriel Arcanjo (Gabrielinos), Santa Família, Cooperadores Paulinos e paroquianos da paróquia Santo Inácio de Loyola.

Em sua homilia, Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp, destacou a importância do Ano Vocacional da Família Paulina para a Igreja e para a Família Paulina: “Não tenho dúvida de que este ano será um momento oportuno para mostrar à Igreja quem somos, onde estamos e a missão que temos. Também será um momento bom para reavivar em nós o espírito do bem-aventurado Pe. Tiago Alberione”. Por último, o presidente da celebração rezou com a comunidade a oração vocacional “São Paulo apóstolo pelas vocações”, fazendo um apelo vocacional convidando alguns jovens para conhecer mais de perto a Família Paulina.

No mais, coloquemos os preparativos do Ano Vocacional da Família Paulina sob os cuidados de Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida, de são Paulo Apóstolo, de Maria, Rainha dos Apóstolos, dos bem-aventurados Pe. Tiago Alberione e Timóteo Giaccardo, para que eles nos fortaleçam na missão de anunciar o evangelho na cultura da comunicação e no caminhar com os jovens, para reacender em seus corações a vocação paulina.

Fonte da notícia: Padres e Irmãos Paulinos.

CENTRO DE LITURGIA TEM NOVA DIRETORIA

Os membros do Centro de Liturgia Dom Clemente Isnard, reunidos em Assembleia Geral Ordinária nos dias 22 e 23 de março de 2019, elegeram a nova Diretoria para o triênio 2019-2021:

Coordenadora: Ir. Veronice Fernandes, PDDM
Vice-coordenador: Prof. Márcio Antônio de Almeida
Secretário geral: Prof. Arnaldo Antonio de Souza Temochko
Tesoureiro: Pe. Hernaldo Pinto Farias, SSS
Vice-tesoureira: Ir. Maria Jeydjane Lunguinho Gomes, PDDM
Conselho fiscal: Pe. Carlos Gustavo Haas; Pe. Francisco Inácio Vieira Junior, SDB; Profa. Elza Helena de Abreu

Expressamos nossa gratidão aos membros da Diretoria anterior pelo frutuoso empenho, e desejamos sucesso à nova gestão.

O Centro de Liturgia Dom Clemente Isnard está a serviço da formação litúrgica de todo o Povo de Deus, em nível nacional, regional e local. Em sua atuação, privilegia cursos, publicações e Semanas de Liturgia. Em parceria com o Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL), proporciona três cursos de Pós-Graduação lato sensu (Especialização) em Liturgia, Música Litúrgica e Espaço Litúrgico, Arquitetura e Arte Sacra.

Um pouco da nossa história
Segundo a Profa. Elza Helena de Abreu, o Centro de Liturgia é uma associação de natureza educativa, vinculada à Igreja Católica, constituída por um grupo de liturgistas que se dedica ao estudo, à formação, à pesquisa e à produção cientifica na área da liturgia. Com sede em São Paulo, nasceu também nesta cidade. No dia 18 de novembro de 1986, Dom Paulo Evaristo Arns, em conjunto com os bispos de São Paulo, aprovou a criação do Centro de Liturgia, a partir da apresentação de um texto com o título: “Histórico, motivações e ideias para um instituto de liturgia em São Paulo”. Bem mais tarde, em 1994, ainda com o apoio de Dom Paulo, foi oficialmente regulamentada a criação do Centro de Liturgia, integrado à Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção. O regimento interno, elaborado pela Faculdade em conjunto com o Centro, foi assinado no dia 1º de julho de 1994 pelo diretor da Faculdade, o Cônego José Adriano, e, como representante do Centro, o Pe. Gregório Lutz. Foram quatro os membros fundadores: Pe. Gregório Lutz, Pe. Marcelino Sivinski, Ione Buyst, Pe. Armando João Henn. Com o tempo, juntaram-se a estes outros competentes liturgistas.

Conta o Pe. Gregório que a pré-história do Centro começou quando nos anos 70 borbulharam na capital paulista diversas atividades em favor da liturgia, do seu conhecimento aprofundado e da sua celebração mais inculturada. Realizaram-se, sobretudo na Faculdade de Teologia da Arquidiocese de São Paulo, semanas e meses de estudos na área da liturgia e cursos de canto litúrgico. As Pias Discípulas do Divino Mestre começaram a publicar a revista “A Vida em Cristo e na Igreja”, que hoje se chama “Revista de Liturgia”.

Os liturgistas que promoviam esse trabalho de formação litúrgica deram-se conta de que não deviam se limitar às boas condições presentes em São Paulo para um incremento da liturgia. Constatou-se que no Brasil afora quase não havia liturgistas formados ou bem preparados para ensinar nas Faculdades de Teologia e nos Seminários. Também os leigos precisavam de formação litúrgica de qualidade. Um passo para atingir esta meta eram os encontros anuais dos liturgistas promovidos pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Diante da falta de formação litúrgica científica de professores, foi criado na Faculdade da Assunção um Curso de Especialização em Liturgia. Dom Paulo Evaristo Arns, por meio de um decreto com data de 20 de dezembro de 1983, reconheceu tal curso como Seção de Liturgia, com o direito de promover também a formação acadêmica para Mestre e Doutor em Teologia dogmática, com Especialização em Liturgia.

Os membros do Centro de Liturgia foram os responsáveis pela programação dos cursos e por todas as outras atividades do Centro: a nova Especialização em Liturgia, que se realizava durante quatro meses no primeiro semestre de cada ano; o Curso de Atualização em Liturgia, durante o mês de janeiro; a Semanas de Liturgia a cada ano em outubro; a publicação do Boletim do Centro de Liturgia; os Cadernos de Liturgia; assessorias dos mais diversos tipos, e colaboração com a Comissão Nacional de Liturgia da CNBB.

Merece destaque a metodologia de estudo da liturgia, que o Centro desenvolveu e vem promovendo em suas atividades formativas. Ela foi elaborada no próprio Centro. Leva em consideração o contexto eclesial e segue o método ver-julgar-agir. Parte da constatação e análise de práticas celebrativas bem concretas (primeiro passo); confronta e reflete teologicamente sobre esta realidade à luz da Sagrada Escritura e da Tradição (segundo passo); para assim chegar a conclusões e propostas concretas para o aperfeiçoamento destas práticas, a serviço da vida e missão da Igreja (terceiro passo). Muitas vezes, o objetivo final dos trabalhos acadêmicos são sugestões para a inculturação da liturgia no Brasil e na América Latina.

Quem deseja aprofundar este assunto poderá ler os seguintes textos: Lutz, Gregório. Ione Buyst e o Centro de Liturgia da Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção em São Paulo-SP. In: Sivinski, Marcelino; Silva, José Ariovaldo da (orgs.). Liturgia no coração da vida. São Paulo: Paulus 2006, p. 27-31. Buyst, Ione. Formação litúrgica. Memória pessoal: Centro de Liturgia, 1985-2006. 2. ed. Ribeirão Preto: s/ed., 2010.

O Centro de Liturgia Dom Clemente Isnard, em parceria com o UNISAL
Uma parceria com uma entidade acadêmica reconhecida também pelos órgãos civis é indispensável para um Centro de Liturgia que queira fornecer aos alunos dos seus cursos certificados e diplomas reconhecidos pelo Ministério da Educação.

Ora, quando a Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção estava em fase de integração plena na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, no dia 19 de fevereiro de 2009 o então diretor da Faculdade informou que o Centro de Liturgia não poderia acompanhar o processo de integração na PUC-SP. Com a finalidade de garantir a realização dos seus projetos, os membros do Centro decidiram fazer uma proposta de parceria ao UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade São Paulo, Campus Pio XI, que foi prontamente acolhida pelo diretor do Curso de Teologia, o Prof. Dr. Pe. Ronaldo Zacharias, que veio a tornar-se Reitor do UNISAL (de 2012 a 2017). As atividades do Centro de Liturgia continuaram sem interrupção, exceto o Curso de Especialização que foi retomado no ano de 2012, com uma nova forma, como Curso de Pós-graduação lato sensu em Liturgia. Atualmente é realizado intensivamente, e com grande procura, em três meses de julho em anos consecutivos, com um total de 400 horas aula.

O título atual do Centro foi decidido na reunião ordinária de novembro de 2009, de modo que de lá em diante passou a ser chamado de Centro de Liturgia Dom Clemente Isnard. Esta foi uma forma de homenagear a Dom Clemente, porque este grande bispo, liturgo e liturgista beneditino (1917-2011) acompanhou a renovação da liturgia no Brasil desde os primeiros momentos do Movimento Litúrgico no Rio de Janeiro, sua cidade natal; ele participou de todas as sessões do Concílio Vaticano II, cujo primeiro documento publicado foi a Constituição sobre a Sagrada Liturgia Sacrosanctum Concilium. Depois do Concílio, em Roma, ele foi membro do Conselho para a Execução da Reforma Litúrgica; durante mais de vinte anos participou e presidiu a Comissão Nacional de Liturgia da CNBB, e também, por vários anos, o Departamento de Liturgia do CELAM.

Oramos a Deus para continuarmos a honrar o legado do Concílio Vaticano II, de Medellín e Puebla, de Santo Domingo e Aparecida e de Dom Clemente Isnard.

Fonte: site CENTRO DE LITURGIA

32º Aniversário de morte de Madre Escolástica Rivata

No aniversário 32º aniversário da pascoa da Venerável Escolástica, a Família Paulina esteve reunida na celebração da Eucaristia, neste 3º Domingo da Quaresma.
Na palavra de Jesus o apelo continuo à conversão, concretizada na atitude de serviço e entrega gratuita ao Reino, ecoava no testemunho de Moisés, na experiência do encontro com Deus sendo instrumento de libertação, solidário com os que sofrem injustamente. Madre Escolástica bebeu desta fonte inesgotável do Ano Litúrgico e soube reverter em testemunho de vida seu amor à Eucaristia, às pessoas.

Úrsula nasceu em Guarene Itália, no dia 12 de julho de 1897. É a primeira entre quatro filhos do casal Antonio Rivata e Lúcia Alessandria. Úrsula teve duas irmãs e um irmão, que viveu apenas dez meses após a morte da mãe, a qual faleceu quando Úrsula tinha somente seis anos de idade. O pai casou-se novamente e educou suas filhas em ambiente familiar de valores humanos e cristãos.

A pequena Úrsula se destacava na escola e entre as colegas, por sua sensibilidade, inteligência e capacidade de iniciativa. Aos sete anos foi admitida à primeira comunhão e recebeu o sacramento da confirmação em 1909. Fortalecida no empenho cristão, participa do coral da paróquia e experimenta, na sua adolescência e juventude, vários tipos de trabalho, desde a lavoura à fábrica de seda. Isso a colocou em contato com diversas realidades sociais e contribuiu para o seu crescimento.

O pai, Antonio, se orgulha de suas três belas filhas, e como bom e vigilante patriarca, dirige-se um dia a Úrsula para lhe dizer que um rapaz a pediu em casamento, acrescentando: É um bom jovem e tem também algumas posses; com ele você poderá ter uma vida feliz. Quarenta anos mais tarde, narrando este episódio, Úrsula escreve: …depois da Missa, vindo para casa, diante de uma bela estátua do Sagrado Coração… eu lhe disse: Senhor, só Tu e basta. Desci a escada e fui ter com papai e dizer-lhe: não, não aceito a mão dele.

Com a expressão Senhor, só tu e basta, a jovem Úrsula diz o seu “sim” Àquele que por primeiro a escolheu e que, a partir daquele momento lhe pedirá para ser “o Único” da sua vida, “na alegria e na dor, na saúde e na doença, na pátria e no exílio…” Embora já tenha atingido a maioridade, a sua decisão provoca certo contraste na família, acolhido por ela como uma prova que a reforça ainda mais na decisão.

Úrsula continua a sua formação lendo muito. A paixão pela leitura, na busca de bons livros, leva-a ao encontro de um grande apóstolo dos tempos modernos: padre Tiago Alberione o qual, sem rodeios, enquanto procura o livro pedido por ela, e depois num breve diálogo, lhe diz: Quando você vem para a casa São Paulo? A partir disso tendo já vinte e quatro anos, sente-se impulsionada a romper com as demoras e a oposição da família.

Acompanhada pelo pai, no dia 29 de julho de 1922, Úrsula entrou na aventura que a conduziu nos insondáveis caminhos do Senhor. No vivaz contexto das primeiras fundações paulinas, no dia 21 de novembro de 1923, padre Alberione diz: Separai para mim Úrsula e Matilde, para a obra à qual as destinei. Assim começou a escolha de Úrsula para iniciar a nova fundação juntamente com outras seis jovens que a própria Úrsula ajudará escolher dentre as jovens do grupo feminino já existente.

O dia 10 de fevereiro de 1924, memória de Santa Escolástica, foi escolhido pelo padre Alberione para o início da nova fundação. No dia 25 de março do mesmo ano, festa da Anunciação, este grupo de oito jovens, faz sua manifestação oficial com o hábito religioso e a profissão dos votos. Recebem um nome novo e Úrsula torna-se Irmã Escolástica da Divina Providência.

No mesmo dia inicia aquele que será o seu trabalho principal: a Adoração Eucarística e o viver como irmã e mãe ao lado dos Sacerdotes e Discípulos da Sociedade São Paulo. Desde estes inícios, Madre Escolástica Rivata passa a ser a colaboradora em Cristo com Padre Alberione, para a realização do carisma das Pias Discípulas do Divino Mestre. Com vinte e oito anos é a responsável pela nova família que surge e, a partir deste momento, pode-se ler a história de Escolástica somente seguindo passo a passo o caminho das Pias Discípulas.

Ela foi a primeira sobre a qual o bem-aventurado Tiago Alberione havia posto o olhar para dar vida à nova fundação e é a última do primeiro núcleo das oito a concluir, podemos assim dizer, o arco fundacional. No dia 24 de março de 1987, Madre Escolástica conclui seu peregrinar terreno. Dia 13 de março de 1993, em Alba, inicia-se o processo diocesano para a beatificação e canonização de Madre Escolástica Rivata. Ela foi proclamada Venerável pelo papa Francisco no dia 9 de dezembro de 2013 e agora continua o processo para o próximo passo, a beatificação.

 

Reanima o dom de Deus

As irmãs junioristas da província Brasil das Irmãs Pias Discípulas do Divino Mestre se reuniram no Jardim Divino Mestre, neste feriado de Carnaval. Ir. Danielle, Ir. Natali, Ir Romilda e Ir. Neideane, juntamente com sua formadora, Ir. Juceli Mesquita e a provincial, ir. Marilez Furlanetto estiveram juntas para partilhar a vida e animar ainda mais a caminhada através do testemunho de cada uma.

Além da partilha da vida, as jovens irmãs aprofundaram textos sobre discernimento vocacional e a escolha essencial pela missão dentro do carisma da congregação.

Louvamos a Deus pela vida das nossas jovens e pelo seu renovado sim.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2019

TEMA: FRATERNIDADE
E POLÍTICAS PÚBLICAS

LEMA: “SERÁS LIBERTADO
PELO DIREITO E PELA JUSTIÇA.” (Isaías 1,29)

 

 

Todos os anos, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresenta a Campanha da Fraternidade como caminho de conversão quaresmal.

Revestidos pelo Batismo e pela Crisma, Deus nos constituiu como mediadores do Reino da verdade, da graça, da justiça, do amor e da paz. Deus age no mundo transformando-o através do nosso testemunho, do nosso agir, do nosso fazer, mas não sozinhos. Uma andorinha não faz verão. Buscamos uma santidade coletiva. Somos Igreja!

A Quaresma lembra os quarenta dias que Jesus ficou no deserto em jejum e oração se preparando para a sua Paixão, Morte e Ressurreição. Iniciamos a Quaresma com a Quarta-feira de Cinzas, nessa Celebração se dá também a Abertura da Campanha da Fraternidade.

Que o Jejum, a Esmola e a Oração nos coloquem na dinâmica do seguimento de Jesus. O jejum para despertar em nós a fome de Deus e a disponibilidade para saciar a fome dos irmãos. Pela esmola, a partilha, a misericórdia, o cuidado e entrega aos outros. Pela oração, pela escuta, pela meditação nos despertamos para sermos mais de Deus.

Aquele que ama a Deus, ame também o seu irmão. Por isso a Campanha da Fraternidade, mais uma vez neste ano nos leva a olhar a realidade em que vivemos, através do método: VER, JULGAR E AGIR.

Neste ano nos dedicaremos ao serviço amoroso aos irmãos e irmãs através das Políticas Públicas, que é diferente de fazer política.

Políticas Públicas podem ser relacionadas à educação, à saúde, aos direitos humanos, à assistência social, à economia, à zona rural, às mulheres e tantos outros temas, que são as ações do Estado na solicitude para com os mais necessitados.

A Campanha da Fraternidade deste ano convoca de um modo especial os cristãos para serem agentes de transformação da sociedade e sementes do Reino nos Conselhos Paritários de Direitos.

Uma maneira concreta de se viver o que pede a Campanha deste ano é participar dos Conselhos municipais, estaduais e federais, participação dos nossos agentes de pastorais nesses espaços. Procurar saber quais são os Conselhos locais que estão ativos na cidade e quem são as pessoas da nossa Paróquia que fazem parte destes Conselhos Paritários de Direitos.

Se fizermos somente isto já está de bom tamanho a nossa participação ativa na Campanha da Fraternidade deste ano. Fazer bem o pouco que se faz e fazer bem. Basta!

Boa Quaresma, uma santa e feliz Páscoa da Ressurreição de Jesus. Paz!

Pe. José Antonio DalBó Giovannetti, CSsR
Pastoral no Santuário de Nossa Senhora Aparecida,
e superior da Casa Provincial em São Paulo.

Votos perpétuos da irmã Selma Cassimiro

Se o grão de trigo que cai na terra não morre, ele fica só.
Mas se morre, produz muito fruto.
Jo 12,24

A celebração dos votos perpétuos de Ir. M. Selma Cassimiro dos Santos foi realizada na Capela Divino Mestre, no dia 10 de fevereiro, data que a recordamos a festa dos inícios e comemoramos 95 anos do carisma das Discípulas na Igreja. Presidida pelo Pe. Eliomar Ribeiro, SJ, estiveram presentes a Família Paulina: pe. Luiz Miguel Duarte, atual provincial dos Padres e Irmãos Paulinos, padre José Carlos de Freitas Jr, pe. Nilo Luza e outros Padres e Irmãos Paulinos; a ir. Maria Antonieta Bruscato, provincial das Irmãs Paulinas e irmãs; e Ir. Maria de Fátima Piai, provincial das Pastorinhas e algumas outras irmãs Pastorinhas; Amigos do Divino Mestre; o pe. Joaquim, pároco da comunidade local e outros amigos da ir. Selma.

Na celebração do 5º Domingo do Tempo Comum, no chamado dos primeiros discípulos a lançarem as redes, recordamos também o dia natalício de santa escolástica, a discípula em quem Alberione se inspirou para dar início à comunidade das Discipulas do Divino Mestre. Neste belo dia, acolhemos com alegria os votos perpétuos de Irmã Selma Cassimiro dos Santos.

Histórico da Selma Cassimiro dos Santos

A ir. Selma nasceu na cidade de Ipiaú, interior do estado da Bahia, Brasil, no dia 23 de Março de 1982. É a caçula dos três filhos do casal: João Bispo dos Santos e Otenicia Cassimiro dos Santos. Seus irmãos são Alessandra e Alexsandro (in memorian). Aos 10 anos de idade, com toda a família, foi morar em Salvador, Bahia.

No ano 1997 iniciou sua participação na Paróquia Nossa Senhora da Paz, onde se preparou e recebeu os sacramentos da 1º Eucaristia e Crisma. Ali assumiu a missão de catequista e, como tal, envolveu-se no grupo de jovens. Afirma que em um dos retiros que participou sentiu profundamente o apelo de Deus para uma experiência mais forte com Ele.

Foi assim que em meio às inquietações e dúvidas diante da opção de vida, participou de um show católico e recebeu ali um folheto vocacional das Irmãs. Encantou-se com o nome: Irmãs Pias Discípulas do Divino Mestre. O nome lhe chamou atenção e também os Ícones que ilustravam este folheto vocacioanl: Jesus Mestre (figura central); Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos e de São Paulo. Também havia no tal folheto as figuras de madre Escolástica, primeira irmã Pia Discípula, hoje serva de Deus e do Bem-aventurado padre Alberione, fundador da Família Paulina. Ainda havia uma frase que dizia “com eles no seguimento de Jesus”.

Guardou o folheto e após alguns meses entrou em contato e conheceu a comunidade das Irmãs, em Salvador. Intensificou o processo de discernimento vocacional participando dos encontros promovidos pala comunidade. Depois de algum tempo, sentiu-se chamada a Seguir mais de perto Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida e pediu para fazer a experiência na Congregação.

Ingressou na Comunidade de Olinda, Pernambuco, no dia 12 de fevereiro de 2005. Após esta primeira experiência fez o Postulantado em Cabreúva, São Paulo. No período de 2009 a 2011 fez o noviciado em Caxias do Sul, onde professou os primeiros votos no dia 14 de Agosto de 2011.

Noviciado das Pias Discípulas: um passo em direção ao Mestre

No dia 09 de fevereiro de 2019, na comunidade Divino Mestre, Caxias do Sul, RS, com a presença da Irmã Marilez Furlanetto, superiora provincial do Brasil, durante a celebração de Laudes, ingressaram no noviciado as jovens Indianara Cristina da Silva Pereira e Olga Taiany da Silva Morais.

O noviciado é um momento de intenso e marca o período da iniciação à vida consagrada como Pia Discípula do Divino Mestre. A noviça é acompanhada de forma progressiva para tomar consciência da vocação da Pia Discípula; para experimentar a vida comunitária e a missão específica segundo a Regra de Vida.

A Congregação, na pessoa da mestra, Ir. Luciana Tonon, acompanha as jovens neste processo orientando e ajudando no discernimento da noviça para viver de modo pleno e gratuito a vocação à vida consagrada.

O noviciando dura dois anos. O primeiro é específico e dedicado ao aprofundamento e assimilação do carisma na comunidade formativa. Indianara e Olga iniciam este primeiro ano. Enquanto isto, as jovens Bianca, Samillis (Brasil), Sara (Itália), Jessica (Venezuela) e Marilina (Argentina) preparam-se para serem enviadas para o período apostólico.

Rezemos por todas elas para que se empenhem no cultivo vital e esponsal com Jesus Mestre, nutridas pelas Palavra de Deus e pela Eucaristia, na oração pessoal, comunitária e litúrgica. Que cresçam na liberdade de coração até a plena configuração com Cristo Mestre.

 

Ingresso no Postulantado das Pias Discípulas do Divino Mestre

No dia 02 de Fevereiro de 2019, na celebração das vésperas do 4º Domingo do Tempo Comum ano C, na capela do Jardim Divino Mestre, Cabreúva, SP, Brasil, as jovens Amira, Argentina, e Belimar, Venezuela, junto com as irmãs presentes e os Amigos do Divino Mestre, celebraram o rito da entrada no postulado.

A celebração foi presidida pela Ir. M. Goretti Medeiros. Após a proclamação do Evangelho, a Ir. M. Marilez Furlanetto, superiora provincial, convidou às jovens para expressar as motivações pelas quais desejam começar este caminho.Logo manifestaram, comunitariamente, o desejo de querer assumir o Postulado como uma etapa formativa, em resposta ao convite que Jesus impele: “Vem e segue-me”. A ir. Marilez acolheu com esperança e carinho o pedido das duas jovens. No final deste rito, as postulantes receberam a medalha de Maria Rainha dos Apóstolos e a Bíblia das mãos das irmãs Marilez e Gloria Bustos, delegada da Argentina.

Terminada a celebração as irmãs e os Amigos do Divino Mestre acolheram às jovens com um fraterno abraço. A festa continuou no refeitório com a partilha de alimentos e alegre convivência. As jovens Amira e Belimar brindaram a todos com lindas canções tocadas com violão e bandolim. Foi um momento muito feliz e descontraído.

Que o Divino Mestre e Maria Rainha dos Apóstolos acompanhem nossas jovens postulantes na sua caminhada.

 

Jornada Mundial da Juventude 2019

A Jornada Mundial da Juventude acontecerá no Panamá. O mundo todo volta seu olhar para a juventude que começa a movimentar-se em direção a este país da América Latina.

A JMJ é um encontro de jovens de todo o mundo com o Papa, em um ambiente festivo, religioso e cultural, que mostra o dinamismo da Igreja e dá testemunho da atualidade da mensagem de Jesus. “É muito mais do que um acontecimento. É um tempo de profunda renovação espiritual, de cujos frutos se beneficia toda a sociedade” (Bento XVI). Trata-se de um meio extraordinário de evangelização para fortalecer a pastoral juvenil. Realiza-se a cada três anos, tendo a última acontecido na cidade de Cracóvia em 2016.

A ideia do evento foi concebida com o objetivo de favorecer o encontro pessoal com Cristo, que muda a vida, e promover a paz, a unidade e a fraternidade dos povos e das nações através da juventude como embaixadora; além de desenvolver processos de nova evangelização destinada aos jovens.

Os primeiros dois encontros, em 1984 e 1985, organizados por ocasião do Ano Santo da Redenção (1983-1984) e do Ano Internacional da Juventude (1985) não podem ser chamados de Jornada Mundial da Juventude; no entanto, foram os primeiros encontros que serviram de base para que o Papa tomasse essa iniciativa abençoada, que dura até o dia de hoje.

A JMJ foi instituída em 20 de dezembro de 1985. Durante um encontro de Natal, São João Paulo II disse aos cardeais e membros da cúria romana que queria que a JMJ acontecesse todos os anos no Domingo de Ramos como um encontro de dioceses e também a cada dois ou três anos como um encontro internacional, em um lugar estabelecido por ele.

Retrospectiva JMJ:

1985 – ROMA, ITALIA – JOHN PAUL II
Na opinião de muitos, a JMJ é a mais bela invenção do Papa João Paulo II. Mas ele afirmou que “não são os próprios jovens que inventaram o Dia Mundial da Juventude.”

1987 – BUENOS AIRES, ARGENTINA – JOHN PAUL II
John Paul II assinalou que os jovens são os protagonistas de uma esperança duplo para a sua juventude, a esperança da Igreja; e estar na América Latina, um continente de esperança.

1989 – SANTIAGO DE COMPOSTELA, ESPANHA – JOÃO PAULO II
Os peregrinos em Santiago de Compostela rezaram pela paz confessando que Jesus Cristo é “o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6). Dois meses depois, caiu o muro de Berlim e a JMJ seguinte, em 1991, aconteceu numa Polônia completamente livre.

1991 – CZĘSTOCHOWA, POLÔNIA – JOÃO PAULO II
A canção “Abba, Ojcze” (Abba, Pai) foi uma das favoritas de João Paulo II. Até hoje nenhuma música ganhou tanta popularidade quanto essa, que une os cristãos durante outros encontros com o santo Padre em todo o mundo e é cantada durante as peregrinações.

1993 – DENVER, ESTADOS UNIDOS – JOÃO PAULO II
Foi na cidade de Denver onde se celebrou pela primeira vez a Via Sacra pelas ruas da cidade, uma tradição da JMJ.

1995 – MANILA, FILIPINAS – JOÃO PAULO II
O encontro dos jovens com o Papa em Manila em 1995 foi registrado no livro dos recordes Guinness como a maior concentração de pessoas da história.

1997 – PARIS, FRANÇA – JOÃO PAULO II
Durante a reunião do Papa com os jovens em Paris em 1997, mais de meio milhão de jovens de mãos dadas fizeram uma corrente de fraternidade, rodeando assim a capital da França.

2000 – ROMA, ITÁLIA – JOÃO PAULO II
Para celebrar o Sacramento da Reconciliação, foram colocados trezentos confessionários perto do Circo Máximo, nos quais atendiam diariamente dois mil padres.

2002 – TORONTO, CANADÁ – JOÃO PAULO II
Em fevereiro de 2002 a cruz peregrina foi colocada no marco zero das ruínas do World Trade Center em Nova Iorque.

2005 – COLÔNIA, ALEMANHA – BENTO XVI
O hino “Jesus Christ, You Are My Life” (Jesus Cristo, Você É Minha Vida), escrito especialmente para a visita do Papa à Alemanha, ganhou popularidade de maneira rápida e passou a ser o hino extraoficial dos encontros da JMJ.

2008 – SYDNEY, AUSTRÁLIA – BENTO XVI
A JMJ de Sydney foi o primeiro encontro de jovens que envolveu meios de comunicação modernos, como canais no Youtube e páginas no Facebook.

2011 – MADRI, ESPANHA – BENTO XVI
Para terminar a JMJ de Madri, foi organizado um encontro vocacional do Caminho Neocatecumenal, do qual participaram duzentas mil pessoas. Durante o encontro, Kiko Argüello dirigiu-se aos jovens: “Se algum irmão ou irmã aqui presente sentir que o Senhor o chama, para que dê a vida por Cristo, que se levante”. Cerca de cinco mil rapazes e três mil moças levantaram-se e dirigiram-se aos bispos para receberem a bênção para o caminho da vocação religiosa.

2013 – RIO DE JANEIRO, BRASIL – FRANCISCO
A consciência ecológica dos peregrinos da JMJ surpreendeu os serviços de limpeza da cidade do Rio de Janeiro. Em vez de lixo espalhado pela praia, como acontece depois dos grandes eventos na cidade, a Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio) encontrou o lixo todo segregado, amarrado em sacos plásticos e depositado nos lugares indicados.

2016 – CRACÓVIA, POLÔNIA – FRANCISCO
Do mesmo modo que seus predecessores São João Paulo II e o Papa Emérito Bento XVI, o Papa Francisco, do balcão do palácio do Arcebispado de Cracóvia, dirigiu algumas palavras aos presentes no seu primeiro encontro com os jovens da JMJ. Além disso, a Virgem da Medalha Milagrosa e uma rosa acompanharam o Papa Francisco durante seu percurso pelas ruas polonesas a bordo do papamóvel.